Gravidez na adolescência: Os impactos de ser mãe e adolescente
a difícil tarefa de conciliar maternidade, responsabilidade, adolescência e acolhimento
a difícil tarefa de conciliar maternidade, responsabilidade, adolescência e acolhimento
em meio a cobranças, expectativas e exaustão, muitas mães enfrentam um sofrimento que ainda é pouco compreendido
o que vem depois da tão sonhada aprovação no sisu? um outro desdobramento da vida se inicia e nossa equipee foi atrás dos diversos olhares acerca desse caminho que centenas de jovens baianos decidem trilhar.
no brasil, a barriga de aluguel ainda é vista com pouco conhecimento pela grande parte da população. a agn foi entender como funciona sua legislação e quais são os dilemas que envolvem esse tema tão polêmico.
a agn esteve presente no evento que contou com representantes do bate folha e líderes partidários da câmara.
a agência de notícias analisou o cenário do curso de medicina no brasil e a relação com seus estudantes.
alice kimie, líder do grupo, contou sobre sua experiência com o grupo de dança sendo uma nikkei, descendente de japoneses fora do japão, e sua conexão com salvador
ex-diretora do departamento de patrimônio imaterial do instituto do patrimônio histórico e artístico nacional (iphan) expõe seu ponto de vista sobre as legislações de patrimônios materiais e imateriais.
instituições sem fins lucrativos no estado atuam pelo resgate e promoção de memórias ao longo das gerações
cinema aberto para o público no pátio da biblioteca central ofereceu por alguns dias curtas e rodas de conversa sobre diversos temas sociais.
tecnologia se torna aliada de comunidades indígenas na luta contra a opressão e epistemicídio
dando sequência ao semestre temático sobre "mulheres na ciência", a agência de notícias entrevista joelma stella, bacharela em artes, mestra pelo pós-cultura e estudante de produção cultural na ufba.
a agn entrou em contato com a coordenadora da superintendência de meio ambiente e infraestrutura (sumai), carina carvalho para compreender a origem dos problemas e quais medidas a universidade tem tomado para amenizar as dificuldades trazidas pelos períodos chuvosos.
nos rastros da desigualdade social, tão importante, quanto urgente, é identificar atores sociais que trabalham, incansavelmente, para unir as pontas do desperdício aos que tem dificuldade em garantir o que comer. nessa linha, vamos investigar quem desperdiça, como, por que e quem está na outra ponta, entrando numa logística cujo sistema econômico se revela perverso, irracional, desumano, ineficiente, de ponta a ponta. a ong banco de alimentos, na grande são paulo, é exemplo multiplicador desse trabalho. agora, em cenário de pandemia, entre os dias 01 e 28 de abril foram doadas 115 mil toneladas de alimentos
seja um ônibus espacial ou um celular, todos são compostos por materiais diversos e, atualmente, a química dos materiais tem foco nas necessidades que você tem e no desenvolvimento de materiais que atendam essa sua necessidade. para saber mais sobre o tema, o pesquisador e professor do intituto de química da ufba, marco malta, nos conta mais sobre o tema, em entrevista realizada pela agência de notícias ciência e cultura ufba malta é doutor em química (físico-química) pela universidade de são paulo e atualmente é professor adjunto na universidade federal da bahia. tem experiência na área de eletroquímica e química de materiais, atuando principalmente na aplicação de ultra-som na síntese de nanomateriais, interação de nanopartículas metálicas com estruturas biológicas, biomimetismo, eletroquímica e armazenamento/conversão de energia
especialista em gestão de informação em mídias integradas, a jornalista marjorie moura, 54, é a atual presidente do sindicato dos jornalistas profissionais no estado da bahia (sinjorba), há 8 anos. com 28 anos de jornalismo, já atuou como repórter em jornal impresso e rádio, editora e assessora de imprensa. em entrevista exclusiva à repórter thainara oliveira, da agência de notícias ciência e cultura, marjorie fala sobre o papel da imprensa brasileira no cenário atual e os fatores que contribuem para a postura da grande mídia e de jornalistas independentes. a presidente afirma que “é necessário parar com as picuinhas e voltar a profissionalizar a comunicação”. na oportunidade, a jornalista também explicou que a mudança de sede do sindicato se deu por dois motivos: por economia, pois pagavam aluguel, e pela reformulação das atividades na área do pelourinho pelo governo do estado. “tínhamos essa sede própria [na rua chile], desde a década de 70, e já estávamos querendo se instalar aqui. temos nesses tempos difíceis - principalmente com a reforma trabalhista - a missão de reduzir custos”, afirma.
o câncer é um momento decisivo na vida de quem tem o diagnóstico: as transformações durante o tratamento deixam sua marca na vida do indivíduo; é uma jornada difícil, além de única nos inúmeros pacientes. a jornalista mariana sebastião foi diagnosticada com câncer de mama aos 24 anos e resolveu contar sua história e as de outras mulheres, que passaram pela mesma situação que ela, no livro a metamorfose das borboletas. confira um pouco mais da experiência dela como paciente e escritora na entrevista concedida à agência de notícias ciência e cultura
a fim de chamar a atenção para a saúde mental, esse mês foi nomeado como janeiro branco, tendo sido aprovado como lei por diversas prefeituras municipais no brasil, além de todo o estados de pernambuco e são paulo. especializado em saúde mental coletiva e psicanálise clínica, o enfermeiro eduardo nascimento, que hoje trabalha no centro de atenção psicossocial (caps) da cidade de mata de são joão, região metropolitana de salvador, revela o que é um transtorno mental, como se diagnostica e quais os tipos de tratamento
o crime de racismo na internet e fora dela foi tema de conversa com o coordenador do programa direito e relações raciais (pdrr/ufba), samuel vida.
pesquisador ressalta a importância do princípio da neutralidade da rede protegido pelo marco civil da internet.
segundo a organização mundial de saúde (oms), mais de 300 milhões de pessoas no mundo sofrem com a depressão. para muitos, a doença se configura como o “mal do século xxi”. entretanto, o médico e psicanalista ricardo sinay afirma que a depressão sempre existiu, o que mudou é a nossa forma de enxergá-la, estudá-la, além do aumento das possibilidades de diagnósticos e tratamentos. com mais de 30 anos de experiência em psicanálise, ricardo também é médico especializado em endocrinologia e hoje trabalha com análise clínica de pacientes em consultório. em sua carreira, prestou mais de 15 anos de serviço ao hospital irmã dulce, em salvador, onde coordenava a linha de pesquisa psicanálise e corpo, juntamente a sociedade latino-americana de psicopatologia fundamental
É cada vez mais crescente o número de mulheres que preferem o parto humanizado. de acordo com a fisioterapeuta aline manta da silva, especialista em saúde da mulher, o grande desafio é ampliar o conhecimento sobre a prática tema e ter mais hospitais especializados que dêem conta da demanda na bahia
considerado como um campo correlato com a saúde mental, a redução de danos ainda é um assunto tabu na esfera pública brasileira. de acordo com o professor e pesquisador gerfson moreira de oliveira, professor da faculdade baiana de medicina e saúde pública, desde 1980, a partir da epidemia de aids e dos problemas decorrente do uso de drogas, o cetad-ufba implantou um dos primeiros programa de redução de danos, a partir da troca de seringas para usuários de drogas injetáveis. saiba mais sobre este assunto na entrevista completa realizada pelo repórter josé amorim. gerfson moreira de oliveira é especializado em saúde da família e em avaliação psicológica. mestre em saúde, ambiente e trabalho pela ufba e experiência na área de saúde mental, saúde coletiva, psicologia clínica e do trabalho. foi coordenador de capacitação do capsad gregório de matos - aliança de redução de danos fátima cavalcanti (fmb-ufba). atualmente é coordenador de práticas da pós-graduação em clínica psicossocial (ard/fc-ufba) e professor de escola baiana de medicina e saúde pública
acessibilidade cultural é um tema muito além da criação de espaços culturais com arquitetura acessível. nas palavras da professora sandra rosa (uneb), na bahia e no brasil em geral não temos nenhum equipamento que seja verdadeiramente acessível. “têm um ou outro que têm uma rampa e um banheiro. normalmente não passa disso” nesse sentido, é preciso repensar nossa compreensão acerca do tema, tomando consciência de que as pessoas com alguma deficiência também querem e têm tanto direito quanto às outras de consumir produtos culturais e artísticos. atualmente a maioria dos projetos culturais pensa a acessibilidade apenas para atender a lei brasileira de inclusão (lbi) e conseguir financiamento a partir da lei rouanet. essa é uma realidade que precisa ser mudada e começa a partir da mudança do nosso olhar para com as deficiências. entenda mais sobre o assunto com a entrevista na íntegra.
bruno solano, 32, coordenador do centro de biotecnologia e terapia celular do hospital são rafael e pesquisador em saúde pública no instituto gonçalo moniz (fiocruz-ba), revela os avanços das pesquisas com células-tronco realizadas na bahia nos últimos quinze anos. o jovem médico desenvolve pesquisas para o tratamento da doença de chagas e zika, além de experiência em microscopia confocal, cultura de células-tronco mesenquimais, cultura de células neurais, ipsc, desenvolvimento de estudos pré-clínicos em modelos experimentais e participação em estudos clínicos nas áreas de terapia celular e medicina regenerativa. o centro de terapia celular, fundado há sete anos, hoje desenvolve 21 projetos de pesquisa, que vão desde estudos clínicos ao teste de terapia em pacientes. confira a entrevista realizada pela repórter da agência de notícias em ct&i - ciência e cultura ufba, marcela vilar
com apenas 11 anos de idade, matheus barbosa moraes ou “teteus bionic” (como é conhecido pelo seu canal no youtube), já é professor, palestrante e programador de jogos. estudante de escola pública, em são paulo, aprendeu a programar com apostilas da internet e pelo incentivo do pai, programador há mais de 20 anos. desde os oito anos dá aulas de programação para crianças numa ong em mauá, sua cidade. aos sete, criou seu primeiro jogo e aos nove um projeto de satélite artificial. no último dia 11 de agosto, participou da terceira campus party como palestrante do seu tema preferido: astronomia
“2017 será o ano das histórias em quadrinhos no brasil”, é o que muitos estão dizendo baseado em dois acontecimentos que marcaram o cenário de hqs neste ano. o primeiro será a 10ª edição do festival internacional de quadrinhos (fiq), o mais importante evento do gênero da américa latina. o segundo é a inclusão da categoria história em quadrinhos no prêmio jabuti, principal prêmio literário do país. tal inclusão aconteceu através de mobilização nas redes sociais e um abaixo assinado online que contou com mais de duas mil assinaturas. tendo em vista esse crescente interesse pelas histórias em quadrinhos, a agência de notícias conversou com andré betonnasi, professor da universidade do estado da bahia (uneb) e pesquisador na área de comunicação e cultura, com ênfase nos aspectos narrativos das histórias em quadrinhos. atualmente coordenador do curso de design da uneb, ele foi um dos fundadores da revista tudo com farinha e coordenou o z! - laboratório de quadrinhos e ilustrações da uneb de 2009 a 2016. É doutor e mestre em comunicação e cultura contemporânea pela universidade federal da bahia (ufba) e graduado em desenho industrial - programação visual pela uneb.
darci neves é doutora em epidemiologia psiquiátrica e especialista em saúde pública. atualmente, ela coordena um estudo em andamento sobre os efeitos das alterações neurológicas congênitas ligadas ao zika vírus no desenvolvimento infantil. a pesquisa, realizada em salvador, além de avaliar a cognição, linguagem e motricidade das crianças com complicações causadas pela zika, também busca investigar o impacto dessa alteração para a família e propor intervenções que auxiliem no desenvolvimento infantil. “essa epidemia colocou à vista a questão das alterações neurológicas congênitas, que não estavam sendo pensadas na atenção básica”, denuncia a pesquisadora. na entrevista a seguir, ela conta detalhes sobre o projeto e explica como irá executá-lo
segundo dados do censo da educação superior de 2012, mulheres representam apenas 15% dos estudantes das áreas de tecnologia da informação (ti). além disso, a presença feminina também é muito baixa no mercado de trabalho. no brasil, as funcionárias representam apenas 1/4 das 520 mil pessoas que atuam no setor, segundo o último levantamento do ibge, realizado em 2010
o biólogo, terapeuta ocupacional, mestre em ensino, filosofia e história das ciências, e doutorando em estudos interdisciplinares sobre gênero, mulheres e feminismo, francisco andrade, lançará no dia 08 de fevereiro seu livro biologia e gênero na escola: um diálogo ainda marcado por reducionismo, determinismo e sexismo. publicação essa que é muito bem vinda e oportuna, pois traz uma discussão bastante pertinente para a atualidade, o ensino de gênero nas escolas. mais precisamente, no ensino de genética e biologia em escolas de ensino médio da rede pública. a agência de notícias conversou com ele sobre seu livro e sobre outras questões relativas à temática, e que estão fervilhando na política atual e nas rodas de discussão
a agência de notícias conversou com katemari diogo da rosa, ou simplesmente katemari rosa. uma mulher, negra e física que, aos 8 anos, sonhava em ser astrônoma. certamente, em sua adolescência vivenciada no planetário e no observatório de sua cidade, porto alegre, rio grande do sul, não imaginava que chegaria a inspirar pessoas com seu trabalho na ciência. nem que se tornaria mestra em ensino, filosofia e história das ciências, e mestra e doutora em science education, a fim de contribuir na formação de outros educadores. hoje, como professora da universidade federal de campina grande (ufcg), está à frente do projeto "contando nossa história: negras e negros nas ciências, tecnologias e engenharias no brasil", que pretende resgatar a história de cientistas negros brasileiros, algo que não dispomos, ainda, no país. confiram o que a pesquisadora tem a dizer sobre gênero, ciência e questões raciais
mulheres de todas idades e classes sociais abortam. mas a diferença relevante é que mulheres ricas conseguem ter um acompanhamento médico, já mulheres pobres arriscam suas vidas e se transformam em índices. a repórter natácia guimarães, da agência de notícias em ct&i – ciência e cultura, conversou com a professora petilda vazques do neim - ufba que nos esclarece alguns dos aspectos gerais do aborto e o que isso implica nosdireitos das mulheres no brasil
paulo augusto da costa pinto é engenheiro agrônomo, especialista em solos e nutrição de plantas e gestão de resíduos orgânicos e professor da universidade estadual da bahia. para ele, o uso do agrotóxico se popularizou devido a segunda guerra mundial, servindo até como arma para alguns países, como o “agente laranja”. em entrevista, o engenheiro defende a agricultura orgânica como alternativa que poderia substituir o uso dos agrotóxicos. confira abaixo a entrevista realizada por rafaela souza e victor fonseca
cinéfila de carteirinha, a professora regina gomes da faculdade de comunicação da ufba é uma estudiosa dos estudos de crítica (cinema e tv) e recepção. segundo a pesquisadora, os estudos sobre cinema estão sendo realizados em diversas instituições e com uma produção de qualidade no nordeste do país
no outubro rosa, um tumor tão importante quanto o câncer de mama precisa ser discutido. o câncer de útero é o terceiro tumor mais frequente na população feminina e, de acordo com os dados do inca, fica atrás do câncer de mama e do colorretal, além de ser a quarta maior causa de morte de mulheres por câncer no brasil. confira a entrevista realizada com renata britto, médica, ginecologista, professora de saúde da mulher do curso de medicina da unifacs e da pós-graduação em medicina e saúde pela ufba
há mais de uma década, o grupo de pesquisa a-tevê, coordenado pela professora maria carmem jacob de souza, dedica-se a estudar os aspectos estéticos, estilísticos e narrativos da ficção televisiva associado aos processos criativos e autorais em seu entorno. atualmente o grupo ampliou o escopo de investigações e tem como objeto de investigação outros tipos de produtos e linguagens além da telenovela, minisséries e seriados, como filmes de ficção, filmes publicitários e histórias em quadrinhos
a paixão da doutora angela valente pela medicina vem desde a infância e fora herdada de sua mãe margot, também médica. iniciou os estudos na bahia, na escola bahiana de medicina e saúde pública e logo sentiu a necessidade de ir além. trabalhou em grandes hospitais do canadá e, hoje, também atua em são paulo, onde tem uma clínica de medicina antroposófica, além de trabalhar como intensivista. confira abaixo a entrevista completa realizada pela estudante yasmim garrido para a agência de notícias em ciência e cultura
wendel henrique baumgartner é professor da ufba, onde atua na graduação e na pós-graduação. É doutor pela universidade estadual paulista (unesp) e realiza pesquisa sobre o papel das universidades em cidades médias e pequenas. na entrevista, esclarece as consequências da instalação de universidades e institutos nas cidades de interior, principalmente na bahia. além disso, dialoga sobre os cortes na educação propostos pelo governo e como podem alterar o panorama das universidades que estão em processo de consolidação, principalmente no interior.
autora do recente o livro a carta que elas escreveram, baseado em sua tese de doutorado, professora salete maria da silva, pesquisadora do núcleo de estudos interdisciplinares sobre a mulher (neim-ufba), falou com exclusividade à repórter rebeca almeida da agência de notícias em ct&i – ciência e cultura sobre o atual cenário político brasileiro e a participação das mulheres pouco tempo depois dos resultados das eleições municipais de 2016 e no período em que a constituição federal de 1988 completa 25 anos. data considerada como de grande importância e na qual a luta feminina se fez muito presente apesar de pouco reconhecida
a história de mariluce moura com a pesquisa científica vem desde 1988 e perdura até hoje. seu nome está ligado à maior revista de produção científica do país, a revista pesquisa fapesp, da qual foi editora-chefe até meados de 2014, quando decidiu dar prosseguimento a um sonho antigo: popularizar a ciência e a pesquisa científica. foi assim que surgiu o projeto ciência na rua, que, de forma bem humorada, aborda a ciência e possibilita o seu entendimento por crianças e adolescentes
a pesquisadora lidércia cavalcanti possui doutorado em química analítica pela universidade federal da bahia e possui experiência na área de farmacotécnica, cosmetologia e química, estudando o desenvolvimento de sistemas de liberação de bioativos das plantas com finalidade medicamentosa e ou cosméticas. também coordenou o primeiro curso de extensão em cosmetologia da faculdade de farmácia da ufba em 2015. ela e a sua equipe trazem o olhar científico acerca das novas formas de cuidado capilares, low e no poo, populares principalmente entre meninas de cabelos cacheados, e as consequências para a indústria farmacêutica devido a esse movimento
com uma trajetória acadêmica consolidada no campo do telejornalismo, itânia maria mota gomes mudou de objeto de estudo. atualmente coordena o centro de pesquisa em estudos culturais e transformações na comunicação, o tracc, que tem como objeto de pesquisa as transformações na comunicação audiovisual
a supervalorização da teoria em detrimento dos ensinamentos práticos, gerando a invisibilidade e comprometendo os investimentos para o curso de educação física tem sido alguns dos problemas apontados por professores e estudantes da universidade federal da bahia (ufba). o curso, ligado à faculdade de educação (faced), possui um centro de educação física e esporte da ufba (cefe-ufba), cujas instalações estão inadequadas para a realização de atividades esportivas, tendo em vista que a estrutura é decorrente de um projeto elaborado na década de 1970 e não finalizado. um dos professores do curso de educação física, fernando reis do espírito santo, acredita que a saída para a melhoria do curso pode ser resolvida com a reformulação curricular, a inserção da comunidade nas atividades curriculares, o vínculo com o poder público para a criação de políticas em favor do esporte e, por fim, a avaliação de desempenho dos egressos do curso. a entrevista, realizada pela repórter marina aragão da agência de notícias em ct&i – ciência e cultura, pode ser conferida abaixo na íntegra.
a compreensão da assexualidade ainda é cercada de dúvidas e discussões. a psicóloga especialista em psicoterapia com foco em sexualidade, violeta campos ribeiro, em entrevista à agência de notícias em ct&i – ciência e cultura, falou um pouco sobre a assexualidade, mostrando que esse é um comportamento normal e que não está associado a distúrbios, mas que ainda é rodeado de desconhecimento e difícil aceitação na sociedade
o programa de mestrado em ciência de alimentos da faculdade de farmácia da ufba tem se destacado na realização de pesquisas com antimicrobianos, embalagens ativas, e-coli e com bactérias que são resistentes a ação de microbianos. para falar mais um pouco das novidades da área e das pesquisas produzidas com óleos essenciais, a agência de notícias em ct&i - ciência e cultura entrevistou a professora e vice-coordenadora do programa alaíse gil guimarães
“É preciso mostrar para esse estado que temos orgulho da música da bahia, mas que também devemos ter orgulho da ciência”, afirma o professor de biologia da ufba e coordenador do instituto nacional de ciência e tecnologia em estudos interdisciplinares e transdisciplinares em ecologia e evolução, charbel niño el-hani, em entrevista concedida à repórter marina aragão, para a agência de notícias ciência e cultura
contenção, caracterização do solo soteropolitano e o panorama de causa e consequência da ocupação em zonas de risco foram os temas centrais da entrevista realizada com o engenheiro e professor da escola politécnica da ufba, luiz edmundo prado de campos, que aponta a prevenção como melhor forma de evitar os desastres
em meio à crise política no país, a câmara dos deputados e o senado aprovaram projetos polêmicos que alteram significativamente a legislação ambiental e que podem agravar a ocorrência de impactos ambientais provocados pela realização de grandes obras. saiba mais sobre essas mudanças na entrevista, realizada pela agência de notícias ciência e cultura, com o especialista em avaliação de impactos ambientais sobre a legislação ambiental e suas consequências severino soares agra filho
segundo a funai, existem atualmente cerca de 460 terras indígenas regularizadas. a constituição de 1988 garante aos povos indígenas o direito sobre as terras que tradicionalmente ocupam e estabelece que o estado deveria demarcá-las e regularizá-las até 1993. mas a disputa está longe de acabar. ainda exitem vários conflitos por territórios no brasil 23 anos após o prazo previsto. em meio a essa situação, surgem projetos de lei, como a pec 215, que são encarados como uma ameaça aos direitos indígenas. kâhu pataxó, liderança na aldeia coroa vermelha, sul da bahia, começou a militância aos 15 anos. hoje, aos 25, é secretário executivo da federação indígena das nações pataxó e tupinambá do extremo sul da bahia (finpat) e membro do movimento unido dos povos e organizações indígenas da bahia (mupoiba). em entrevista à agência de noticias em ct&i – ciência e cultura, ele retrata o cenário indigenista no país, em especial no estado baiano
a obesidade é uma doença que costuma estar interligada a diversas outras doenças. mas estar acima do peso não é sinônimo de estar doente: é possível ser um gordinho saudável. do mesmo modo, ser fitness pode não ser considerado saudável. a nutricionista karine beck, professora substituta da escola de nutrição da universidade federal da bahia (enufba), que realiza pesquisas na área de saúde e nutrição escolar, falou com a repórter beatriz bulhões, da agência de notícias ciência e cultura, e traçou um panorama da obesidade nos dias atuais
francisco kelmo é professor titular do instituto de biologia da ufba (ibio) e pesquisador do grupo de estudos em ecologia marinha e costeira, tendo como área de atuação a zoologia (fauna bentônica associada a recifes de corais). a pesquisa consiste na análise e observação dos recifes de corais e sua população animal, na região do litoral norte da bahia, verificando o seu comportamento após ações de fenômenos naturais e ações humanas. além disso, a equipe de pesquisadores realiza diversas atividades de conscientização ecológica com os moradores da região estudada
incrementar o modelo de ensino tradicional nas escolas mostra-se uma necessidade, principalmente para que o conteúdo das aulas possa ser compreendido por todos. jogos educativos – sejam de tabuleiro ou digitais – podem ser atrativos para crianças e adolescentes, que de maneira intuitiva e mediado pelo professor, passam a entender melhor os assuntos dados em sala de aula. o professor do mestrado profissional gestão e tecnologias aplicadas a educação (gestec-uneb), fernando luís de queiroz carvalho, em entrevista para a agência de notícias em c,t&i - ciência e cultura, conta sua experiência com o tema, sua visão do cenário baiano atual e do futuro
o professor de psicologia da ufba, mestre em linguística e doutor em educação, jorge luiz lordêlo sales ribeiro, fala sobre o importante e complexo processo de avaliação institucional nas universidades brasileiras, em especial na universidade federal da bahia
falta transparência fiscal em salvador e o descumprimento de diversas normas da lei de acesso a informação estão sendo comprovados através da pesquisa realizada pela jornalista ana carolina araújo. confira mais informações sobre o tema na entrevista realizada pela estudante beatriz bulhões para a agência de notícias - ciência e cultura
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